Adriana Nicolodi: Bem, eu nasci em Porto Alegre, no Brasil e hoje devido a minha dupla cidadania (Italiana) resido em Portugal, na Europa. O meu primeiro contato com a arte reborn foi em meados do ano 2000 no Brasil, onde através de uma reportagem na televisão eu me encantei ao ver aquelas bonecas que pareciam bebês de verdade. Lembro-me que fiquei fascinada, não piscava os olhos prestando atenção em toda explicação. Até hoje, lembro-me deste dia como se fosse ontem.
A.N.: Eu penso que todas as bonecas tem seus encantos, mas é lógico que nós, artistas reborn, nos identificamos um pouco mais com algum estilo especificamente. Particularmente, eu sou apaixonada por aqueles bebezinhos pequenos (de 16" a 18"), de olhinhos fechados, com carinha que acabou de nascer, estes são meus "xodós".
A.N.: Todos os dias surgem novas técnicas e materiais, eu creio que o maior desafio é não se deixar acomodar e estar sempre aprendendo e reciclando técnicas e conhecimentos. Hoje, aqui na Europa, tenho acesso a novos materiais e técnicas que antes eu não tinha, que me exige estudo diário e investimento constante em novos materiais. Para mim, o maior desafio é este, manter-se sempre atualizada, e principalmente, disposta a aprender todos os dias.
A.N.: A arte reborn me realiza, num todo.
QBM: Muitos artistas estão sempre buscando por inspiração. Essa inspiração vem de seus artistas favoritos, bebês reais ou intuição. De onde vem a sua inspiração?















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